domingo, 22 de março de 2009

Não tem explicação


Não tem palavras para explicar o que está por trás dessa foto...

Só vivendo para saber o que significam esses sorrisos, esses abraços e a importância de saber que os tenho em minha vida...

Sem vocês não dá!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Comunicação

Sempre defendi a idéia de que assessor de imprensa não é jornalista! Passei o curso inteiro renegando meus colegas que trabalhavam em assessoria, achava que eles não exerciam a atividade de um jornalista tal qual ela deve ser. Eis que me enganei (mudei meu conceito a respeito do assunto).
Sem as pressões de fim de ano e fim de curso pude parar e me dedicar a pensar no futuro. Depois de tanta frustação em tentar ser uma jornalista do dia-a-dia e de uma desaprendizagem em redação (?) de televisão decidi que vou me dedicar a comunicação empresarial e assessoria de imprensa.
Estava totalmente desmotivada com a profissão pelas tentativas frustradas e pela falta de comunicação entre patrão e Rita.
O ano novo chegou e com ele chegou também a prática da máxima "ano novo vida nova" no trabalho.
Ontem visitei uma empresa com mais de cinco mil funcionários para conhecer a comunicação interna do lugar. O sistema de comunicação que o cara e mais duas pessoas que fazem parte da equipe montou é demais e muito animador.
As aulas de assessoria de imprensa na faculdade foram de enorme valia e eu só estou reconhecendo este valor agora. Com os conceitos aprendidos em sala de aula e a (pouca) experiência de agora fizeram com que eu entendesse que o jornalismo evoluiu em várias vertentes e a assessoria de imprensa é uma delas. A atividade é diferente de quem pratica jornalismo diário mas, a essência é a mesma - INFORMAR.
Eu que sempre briguei contra a objetividade faço uso desse conceito para defender o trabalho de um assessor de imprensa. Assim como o jornalista faz uso da mesma para transmitir as informações sobre um fato no veículo o jornalista assessor faz o mesmo para transmitir as informações sobre a empresa que trabalha, noticiando para a imprensa o que é relevante.
Com a comunicação interna da empresa nõa é diferente. Uma empresa que tem mais de 800 trabalhadores tem muito o que informar e é isso que o jornalista que não trabalha pela população faz pela empresa. Media a relação entre diretoria e colaboradores da forma mais clara, objetiva e relevante.
Sei que a discussão sobre assessoria de imprensa como jornalismo é grande e tumultuada, mas proponho que daqui para frente ela seja diferente. Não se deve discutir ética, verdades ou mentiras e sim sobre os conceitos e a forma em que são aplicados, cada um seguindo seu propósito.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Adeus 2008

Terminando o ano sem cumprir com os objetivos que eu TENHO para este blog!
Em busca de palavras perfeitas...

Feliz 2009!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Tempo de escolher

Para ler e refletir...

Esse texto foi enviado pelo meu Mano em junho deste ano. Naquele mês ele me serviu por motivos diferentes dos de hoje. Encontrei-o em minha agenda hoje a tarde, quando estava aguardando a desfeita de uma burrice daqueles aos quais o texto me serviu na época.
Combata a mediocridade e ninguém pode ser bom pela metada são verdades que me fizeram refletir e concluir que estou muito feliz!

Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas não têm qualquer prazer no exercício de suas funções. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de Clarice Lispector:
"Entre o 'sim' e o 'não', só existe um caminho: escolher."
Acredito que quase todas as pessoas passam ao longo de sua trajetória pelo "dilema da virada". Um momento especial em que uma decisão clara, específica e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência.
Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabilidade com apatia pode dar lugar a outra dotada de nstabilidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.
PRAZER E VOCAÇÃO
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que
"A sabedoria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas em gostar daquilo que se faz". Sempre imaginei que fosse o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida literalmente por "chamado", simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade.(...) Escolhas são feitas com base em nossas preferências.
E aí recorro novamente à etimologia das palavras para descobrir que o verbo preferir vem do latim praeferere e significa "levar à frente". Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
O mundo corporativo nos guarda muitas armadilhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. O problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando "O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?". Prefiro não carregar comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das conseqüências...
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas são um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura meramente defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas.
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não valorizam funcionários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, "Não se pode ser bom pela metade".
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio caminho para o fim. Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta: "Ele viveu com paixão?".
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?

(Tom Coelho)