quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Filhos são do mundo
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A subjetividade dos jornalistas
Eu nunca acreditei na objetividade no jornalismo. Desde o meu primeiro ano de faculdade eu discutia com uma professora até então muito querida de que a danada só existia na teoria. Três anos depois de formada e seis anos de profissão eu continuo duvidando dela. Eu acredito é na subjetividade jornalística, que tem como principal característica ‘‘tendenciar’’ os fatos noticiados.
Cai numa coletiva de imprensa ontem em que foi anunciada a vinda da Faculdade de Tecnologia para Rio Claro. A noticia foi anunciada pelo prefeito municipal e pelo deputado estadual influente da nossa cidade. Eu fui como assessora de um dos clientes a quem presto assessoria.
Pois bem, a minha subjetividade estava no fato de noticiar que o cliente esteve na coletiva e claro, transmitir a quem irá ler o meu texto que ele foi lá e qual sua opinião a respeito disso.
Ouvi o secretário de Desenvolvimento Econômico dizer para a repórter do jornal mais influente da cidade que “só ela mesmo para dar uma força para a pasta”. O que ele quis dizer com isso? Em sua matéria a repórter destacou as benfeitorias que a prefeitura tem anunciado para a cidade. Nada de novo em seu texto e nada que pudesse desagradar gregos e troianos.
A minha subjetividade era com meu cliente a da repórter com o jornal e sua relação com a prefeitura. O que estou querendo dizer é que dependendo da intenção do jornalista a informação pode ser tendenciosa ao ser noticiada.
A objetividade, cínica como só ela é, prevaleceu em ambos os textos com a informação de que em 2013 Rio Claro terá uma Fatec.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Surpresa!!
Sempre achei que surpresa é bom, mas surpresa de verdade é bom demais!Minha irmã vive em Portugal há quase 06 anos. Quando o Alê, meu afilhado, tinha 3 meses ela foi fazer a vida dela lá. O bacana é que todos os anos o Alê vem pro Brasil ''ficar com a sua família brasileira'', como ele bem coloca, isso fez com que a distância não atrapalhasse nada na relação com o pessoal daqui.
Este ano ele vinha, depois não vinha. Num complô de família muito bem intencionado, a Carol, a vó Walesca e o paiê armaram o esquema e disseram que o Alê não poderia viajar sozinho, segundo eles a idade miníma é de 06 anos e o Alê completa essa idade no dia 12 de setembro. Putz, balde de água fria né? A Carol não poderia trazê-lo pois, só pra judiar da gente ela tem um bebezinho, o Tyler, que é um gato de olhos azuis.
Pois bem, vamos a surpresa: Como disse armaram o complô e enganaram a família inteira: ô delícia! Ontem, às 23h depois de chamarem a gente no portão e eu achar que alguma coisa grave tinha acontecido, já que a vó Walesca e o paiê dormem com o sol, eis que o portuga mais engraçado do mundo diz SURPRESA!
Sério, acho que eu nunca tinha tido uma surpresa assim, sabe? De verdade, sem esperar, sem imaginar... o Alê é meu afilhado, afilhado = filho. E ele é uma figura! Eu fiquei tão feliz, mas tão feliz que depois até fiquei com a perna bamba por conta da emoção. Queria mesmo poder dizer em palavras o tamanho da surpresa, mas só sentindo, não tem jeito!
Tia Wa, André... muito obrigada!
***
Ainda falando em surpresas, o Otávio me dá cada surpresa com seus questionamentos e respostas. Ele estava assistindo Os Incríveis e eu dando aquele trato na casa, ele chegou perto, sério, olhou pra mim e mandou: Mãe, você voa?!
Eu queria muito saber o que passou na cabeça dele naquele momento. Gostaria muito de ter respondido que sim, pois a carinha dele depois da minha resposta "Não filho, a mãe não voa" foi de decepção.
A vida é mesmo cheia de surpresas né? A minha, além da sorte habitual anda apimentada com as surpresas. E que venham mais surpresas TOPs ;)
terça-feira, 5 de julho de 2011
Novidades
O plural do título vem em um novo post ;)