sábado, 7 de maio de 2011

Ser mãe

Ser mãe e mesmo padecer no paraíso. Com todas as alegrias, responsabilidades e obrigações. Li hoje em um jornal que quem diz esta frase não sabe o que é ser mãe. Ora, quem não compreende essa frase e que não sente o ser mãe.

O paraíso e o amor infinito que nós, mães, sentimos por nossos filhos. É um amor indescritível, paciente e que tudo supera. O padecer está em nossas preocupações de querer sempre fazer o melhor. Além de resumir o ser mãe como literalmente padecer no paraiso, defino meu filho como a pedra preciosa no sapato da minha vida.

É isso ai, a definição é essa. Quem é mãe não esquece nem um minuto do seu filho. Não é uma pedrinha que cutuca o coração da gente? Quem é mãe nunca mais depois de o ser dormiu um sono pesado. É ele quem fica cutucando a consciência da gente.

Ser mãe é muito mais que dar educação, roupas e brinquedos. Levar na escola, natação, balé e futbol. Ser mãe e entender o choro da criança, é saber do que ele precisa antes mesmo dele falar, é dar o amor infinito que sentimos sem nenhuma concessão.

Ser mãe e retribuir o olhar quando o dele a procura, e atendê-lo quando ele te chama. Ser mãe é saber demonstrar o quanto seu filho e importante, é fazê-lo se sentir o presente divino que ele é!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A grande merda

Sexta-feira passada fui a um show de pagode num clube aqui de RC. Se arrependimento matasse eu caia dura naquela noite. O show principal foi muito legal, produção bacana dos caras do Sorriso Maroto, showzinho dançante e bem pra cima. A sacanagem ficou por conta da hora do show. Anunciado para começar às 23h, a bandinha que abriu o show entrou no palco às 1h30 da matina, o prato principal subiu ao palco lá pelas 3h da manhã. Muita sacanagem!

O que mais me impressionou no entando foi um diálogo escutado por mim ocasionalmente na volta do banheiro para a área vip da festa.
- Tem bola ai?
- Não. Só tenho pedra e coca.

O diálogo aconteceu entre um playboyzinho e um segurança. Sim, um daqueles caras com cara de bandido que vestem um colete e ficam ali, fingindo que estão zelando pela segurança da festa. Lá pelas tantas senti cheiro de maconha na área vip da festa.

Pra entrar na festa vc passava por outros seguranças, a moça que mandava as mulheres abrirem a bolsa é secretária na clínica de um médico vascular. Segundo meu irmão, a revista que fizeram nele foi basicamente um ''faz de conta que tô te revistando". Ele brincou dizendo que a faca ainda estava na meia e o soco inglês escondido no tênis.

A grande merda está no fato de que qualquer um pode ser ''segurança de festa'', basta querer ganhar uma graninha, fazer cara de poucos amigos e vestir o colete. Desta forma está garantido que a droga vai rolar solta, se alguém encanar com vc ou mexer com a sua mulher basta sacar a arma e o resto a gente já imagina, né?!

Enquanto acharmos tudo natural, não questionarmos a lei, rirmos da desgraça alheia a vida por aqui segue como segue.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Desgastes da profissão

Tem coisa pior do que vc estar tinindo de vontade de produzir e a pessoa fica empatando o desenvolvimento?!

Acho que uma das piores coisas em assessorar é a dificuldade de fazer o assessorado entender que sabemos o que fazemos, como fazemos e pq fazemos. Acredito que o profissional jornalista sempre sabe distinguir oq deve e oq não deve falar. Pior ainda é que quando eles tem sugestões pro seu texto... Ai é de matar! Não usa esse número, não fala isso não e ai seu texto vai ficando maquiado e vc se sente um B*. Pra fazer merda eu não faço nada! Se não for pra escrever direito, fico sem divulgar a informação.

Estudei quatro anos, li livros e livros sobre jornalismo e fiz o juramento da profissão. Não é pq sou assessora que deixei de ser jornalista tá?! Uma coisa é omitir a informação por vontade/necessidade do cliente, outra bem diferente é distorcer os fatos.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Sobre mim

A TPM tá foda e eu sem inspiração nenhuma. Eu sofro terrivelmente todos os meses. Sério. Todo mês todo mundo percebe que meu humor muda, que minha ''carinha fica xoxa'' e que eu ''estou desanimada''. "É uma coisa que foge do meu controle" eu respondo. Só sendo mulher pra entender né?



Agendei médico essa semana. O meu médico! Só que ele é do convênio U e eu odeio o convênio U. Depois que o Otávio nasceu mudei meu convênio para Santa Casa Saúde e recomendo. O atendimento no hospital São Rafael para quem precisa de pronto atendimento é ótimo e os médicos do convênio são ótimos tbm! Mas... eu não conheço nenhum médico de mulheres do convênio. Sempre paguei as consultas com o dr que trouxe meu Tatá ao mundo de uma forma tão linda e natural (assunto pra outro post). Dessa vez não paguei. Sabe quanto a consulta particular? R$ 350. É mole? Não pago isso de plano médico mensal pra mim e meu filho! Oq me deixou mais encucada foi lembrar que há pouquíssimo tempo os médicos de convênio fizeram uma paralisação pq não eram reajustados pelos convênios devidamente, lembram?! Um dia inteirinho sem atender os conveniados nos consultórios só pra protestar. Não sei quanto eles ganham por consulta, nem como o convênio faz o repasse, mas pela minha ignorância suponho que é na consulta particular que eles estão tentando ganhar. R$ 350 uma consulta?! Se nem pagando a gente consegue decência no atendimento médico, imagina no SUS?